Infância, palavra e silêncio: Abordagem desde uma perspectiva construtivista
DOI:
https://doi.org/10.5027/psicoperspectivas-Vol16-Issue1-fulltext-816Palavras-chave:
participação infantil, infância, construção de significados, silêncio, palavraResumo
Este artigo descreve a pesquisa desenvolvida com o objetivo de reduzir a vitimização secundária na população infantil, particularmente aquela associada ao abuso sexual e agressão. Apresenta uma revisão teórica do silêncio como uma concepção histórica da infância e da participação infantil e expõe a compreensão da construção de significados a partir da perspectiva construtivista. Em uma abordagem inicial e utilizando uma metodologia qualitativa, foram desenvolvidos Workshops de Filosofia com 35 crianças da quarta série do Ensino Fundamental em Santiago do Chile. A produção de diálogos foi submetida à análise de conteúdo. Os resultados indicam que as crianças compreendem o silêncio como uma estratégia de escapar das dificuldades e da falta de expressão de emoções negativas. A palavra é a expressão da felicidade e da cooperação mútua, mas, ao mesmo tempo, significa que ela é uma fonte de dor e a imposição dos outros. Em conclusão, é necessário gerar novos modos de relacionamento entre a criança eo mundo adulto, com o foco no desenvolvimento de novos conhecimentos sobre as percepções e expectativas das próprias crianças e suas necessidades.
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O(Os)/A(As) autores concedem licença exclusiva e sem limite de tempo para primeira publicação na Revista Psicoperspectivas. Individuo y Sociedad, editada com o respaldo da Escuela de Psicología da Pontificia Universidad Católica de Valparaíso (Chile).
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